REVIEW: CHILDREN OF MEN (Os Filhos do Homem)

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“A história decorre no futuro (talvez num futuro mais próximo do que julgamos), onde a velocidade a que cresce a sociedade trouxe consequências para todos nós. A poluição, o stress e todos os factores negativos inerentes a um mundo cada vez mais distante do que é puro e natural fizeram que com as mulheres não conseguissem engravidar. O último jovem de 18 anos à face da Terra acaba de morrer e a pouca esperança que havia desaparece por completo. Mas eis que no meio da negritude, silêncio, ausência de fé e esperança surge uma mulher que espera um filho. A missão é levá-la para um sítio seguro para que a criança nasça em segurança. Clive Owen leva-nos com ele e apresenta-nos um mundo triste onde o som de crianças existe apenas em sonhos. Sem muito por que lutar, decide juntar-se a um grupo que planeia salvar a mãe e o bebé ainda por nascer. O caminho não é fácil, porque há sempre quem queira fazer negócio com as vidas dos outros.
A história faz-nos pensar na nossa mesquinhez e arrogância, no facto de sermos cegos e não valorizarmos o que nos rodeia, mas também nos inspira, porque o futuro da humanidade está em nós, e apenas em nós. “Theo” acredita que aquela mulher pode fazer a diferença num futuro melhor, mas não se apercebe, que tudo aquilo por que ele luta e que sacrifica… acaba por ser a diferença que nos cabe a todos nós fazer”. – Helena Rodrigues