Review: O Fantástico Homem-Aranha 2

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Crítica por: André Gomes

 

“The Amazing Spider Man 2” Vem do seguimento do primeiro filme, no qual tive uma opinião positiva também sendo uma delas, o actor principal, Andrew Garfield , que é verdadeiramente um grande Peter Parker / Homem-Aranha. Neste segundo filme, esteve bem mais à vontade que no primeiro, fazendo passar do grande ecrã para o espectador o verdadeiro Peter Parker da BD.

E a relação que ele tem com a namorada na vida real Emma Stone realmente brilha aqui, e mesmo as pequenas cenas íntimas entre Peter e Gwen demonstraram uma grande cumplicidade entre eles. Um filme cheio de acção e fiel à BD. O que convém salientar é que Marc Webb incutiu um componente visual a esta sequela. Os efeitos computorizados são bem poderosos. Pela primeira vez, o Homem-Aranha defronta o Electro num filme. Electro esse que foi interpretado por Jamie Foxx e muito bem interpretado uma vez mais, algo que começa a ser hábito deste actor.
Caracterização espectacular e os seus poderes são impressionantes. Um dos outros bandidos, assim como todos os bandidos do Homem-Aranha têm em comum, que é uma ligação à OsCorp. Este tem algo mais, tem uma amizade muito mais forte a Peter Parker. O amigo de infância há muito perdida de Peter, Harry Osborn ( Dane DeHaan, que surpreendeu-me pela positiva ao desempenhar um excelente papel ). Ele é um herdeiro milionário que sofre de uma doença genética e procura o Homem-Aranha para este lhe doar o seu sangue a qualquer custo, para curá-lo.
Fazendo aqui a diferenciação para o antigo filme, de como surgiu o Green Goblin em Harry Osborn interpretado por James Franco.

Gostei bastante do filme, deixando em aberto continuação, para um 3º filme. Esta saga do Amazing Spider Man, arrisca-se a ser das melhores sagas da Marvel na minha opinião. 

 

 

Crítica por: Helena Rodrigues

“Antes de mais, permitam-me que entre no DeLorean e volte atrás no tempo para uma época em que eu não me importava de acordar antes das 9h da matina de um sábado para ver desenhos animados. Sim, grandes tempos! E o meu programa de eleição era a série do Homem-Aranha. Na altura era o super-herói que, na minha opinião, tinha mais estilo. Para além do óptimo sentido de humor, fazia umas acrobacias geniais, deitava teias das mãos e tinha o disfarce ideal, sem olhos ou boca à vista que podiam muito bem torná-lo identificável.

Quando surgirau o primeiro filme com o Tobey Maguire, posso dizer que gostei imenso de ver um dos meus super-heróis preferidos no grande ecrã, e embora as personagens fossem muito caricaturizadas, fiquei satisfeita. Isto até acontecerem  os outros 2 filmes… Já não havia muita paciência para o Tobey, nem para a Kirsten, enfim… sem falar no falhanço que foi quando introduziram o Venom, que podia ter sido uma grande oportunidade.

Assim que foi tomada a decisão dos estúdios fazerem um remake com novos actores, torci um pouco o nariz (para quê mexer no que já não tem solução?), mas foi das melhores ideias que tiveram. Embora o primeiro filme com Andrew Garfield a protagonizar fosse basicamente o “recontar” de uma história que muitos de nós já conhecíamos, a história em si ganhou muito mais profundidade. Mais uma vez, tal como aconteceu com o Batman, de Bale, deixámos as personagens caricaturizadas e passámos a vê-las c0m outros olhos, mais realismo, mais emoção. Sim, sim… o Homem-Aranha de Garfield é um choramingas, mas compensa em tudo o resto. Traz com ele tudo o que eu adorava ver na série de animação – aquele sentido de humor característico do “aranhiço”.

É claro que as novas tecnologias, e falo dos efeitos especiais, ajudam bastante. E devo dizer que neste 2º filme “abusaram” um pouco das cenas em câmara lenta, mas pronto, no cinema acaba sempre por ser… fixe. Sabendo que estes novos remakes estão a ser mais fiéis às comics do Stan Lee, que sejam muito bem-vindos, porque eu estou a adorar conhecer o mundo da Marvel, algo a que nunca prestara a devida atenção, até começar este “boom” de filmes de super-heróis… que irá durar até deixarem de render. Em suma, um bom filme de entretenimento para quem gosta do género, é claro.”

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