Review: Divertida-Mente

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Crítica por Helena Rodrigues:

“Numa época em que cada vez mais se torna difícil trazer até ao grande ecrã histórias novas, inovadoras e inspiradoras que nos proporcionem todo o tipo de emoções, eis que a Pixar resolve ir até ao cerne da questão, dando vida, nome, cor e personalidade às próprias emoções humanas.

O filme concentra-se sobretudo nas emoções da jovem “Riley”, de 11 anos, desde o momento em que ela nasce. A descrição de como experienciamos as primeiras emoções, e como as mesmas ficam associadas a vários tipos de recordações que vamos guardando ao longo da nossa vida é bastante simples e eficaz.

Neste caso, as emoções de “Riley” estão ao rubro – mas não no bom sentido – estão muitas mudanças a acontecer na sua vida e ela não está a conseguir geri-las da forma mais correta, e é nesse turbilhão de sentimentos que se desenrola a aventura  na Central de Emoções, onde a Alegria, a Tristeza, o Medo, e a Repulsa tentam de variadas formas gerir o sistema emocional de “Riley” para que ela esteja sempre feliz e alegre.

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O que a Pixar nos explica tão bem neste argumento é que não podemos estar sempre apenas com uma emoção ligada. Não podemos estar sempre felizes, nem podemos conter toda a nossa raiva e medo para tentar agradar os que nos rodeiam. Todas as emoções boas e más fazem parte da nossa caminhada. Todas elas nos ensinam algo. E todas elas se complementam.

Diversão, humor, inspiração e um verdadeiro calor no coração é o que
Divertida-Mente nos transmite. Aconselhado a adultos e crianças, duas categorias que por vezes se misturam entre si.

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